sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Paciente é diagnosticada com tuberculose e acaba falecendo sem recomendações!


Médicos que foram responsáveis se contradizem em seus relatórios

Maria da Guia Rosas dos Santos, 49 anos de idade, natural do estado da Paraíba – PB Guarabira, teve sua primeira consulta no hospital CER Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, onde foi muito bem atendida e liberada após tratamento médico, seguia para atenção básica para  diagnostico de uma possível elefantíase, seus pés sofria inchações e na atenção era seu filho a responsabilidade legal, porem sua família a interferiu na busca de uma solução e tratamento continuado que se deu no Hospital Estadual Santa Maria, lá aconteceu a internação da paciente e na conclusão médica era melhor 6 meses a internação, muito foi indagado os motivos não entendido pelo que o tempo foi muito distante e já que o mesmo havia sido tratado e liberado pelo CER Barra da Tijuca, anterior era mesmo para atenção básica seguindo somente para segunda fase do tratamento desse possível diagnostico de elefantíase!
A paciente veio a falecer e não obteve recomendações de unidades melhores no atendimento a sua atenção por parte do hospital não aconteceu de forma transparente e as medidas assistidas pela justiça sofreu interferência onde o corpo não veio a ser verificado a saber as causas das complicações medicas e possível procedimento errado de equipe hospitalar na responsabilidade pelo relatório e prontuários que poderiam ser analisados pelos familiares e  até o presente momento não foi passado ao responsável legal o atual filho que sofre sua perda de ente muito querido.
A tuberculose hoje é uma doença muito séria, seu tratamento deve mesmo ser bem atenciosamente assistindo para uma solução rápida ao longo do tratamento, as iniciativas devem ser consideradas e as parcerias médicas por uma gestão centralizada de informações unificadas são evidencias de uma conjuntura melhorada de forma a otimizar o tratamento com rapidez solucionando os casos e sem a necessidade de óbito.
Nesse caso especifico as necessidades especiais não foram bem atendidas e os ambientes foram mesmo afetados por um descaso nos esclarecimentos desses procedimentos ocultos que ainda não foram revelados e que agora segue na ciência para o Ministério Público.
A defesa sugere processo a ser instaurado para penalização de responsabilidade civil e criminal.

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